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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pedágio Titan fez sucesso em Itapetininga!

Sábado dia 23..Itapetininga esperava a MEGA FESTA DO PATLÃO

Titan Energy Drink fez um pedágio na Rua Campos Sales e uma Super Degustação na entrada da Festa.. Com material publicitário aplicado no lounge, nos bares e na sede social do Clube Venancio Ayres...






Mas o grande ponto de encontro , sem dúvida foi a fila da entrada.. Milhares de jovens se deliciaram com Titan Energy Drink , revelando o anseio por mais energia em todos os momentos prazerosos da vida. O impacto dessa ação pode ser sentida durante a semana .. Centenas de emails elogiosos foram mandados ao site do Poder da Energia bem como na Fan Page do energético do Facebook.






A GALERA DE ITAPETININGA JÁ PODE VER MAIS TITAN LÁ NO SUPERMERCADO LOBÃO!!!



















Um grande Sucesso que será repetido no fim de semana em Tatui e Boituva em Breve!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Toque Retrô revela nova cara da Tubaína Beira Rio!

Dando continuidade às inúmeras mudanças em sua linha de produtos para o verão 2011 , a Beira Rio mais uma vez , vai inovar e seus rótulos de Tubaina e Tubaina Zero terão um toque Retrô...


De alguns anos para cá , diversos produtos tem adotado essa linha , que remete a todos a um passado gostoso e de sucesso..
No caso da Tubaína Beira Rio , o que se busca é o Conceito do produto, bem como a tradição preservada .
primeira Tubaina Beira Rio

Em breve , divulgaremos os novos rótulos!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Setor de Refrigerantes quer debater concorrência e mercado!

A Associação de Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras) realiza o 2º Congresso Brasileiro de Bebidas (Confrebras), de 8 a 10 de novembro, no Centro de Convenção Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).  

O Confrebras, evento que é realizado desde 2005 sempre apresentando e debatendo as principais questões que envolvem o setor de bebidas, neste ano será marcado por palestras, fóruns, workshops e debates a respeito de temas atuais como sustentabilidade empresarial, tributação, concorrência e desafios futuros. As atividades terão participação de autoridades políticas  e econômicas de renome nacional, além de fabricantes e fornecedores da indústria de bebidas.  
Durante o evento também será apresentado as principais inovações tecnológicas e de serviços para o segmento. “Os participantes terão a oportunidade de aumentar seu entendimento, melhorar seus negócios e unir-se para lutar por condições mais justas e igualitárias no mercado”, pontua o presidente da Afrebras, Fernando Rodrigues de Bairros.  

Segundo o presidente da Afrebras, “em busca de uma concorrência leal, os fabricantes  de refrigerantes, cervejas, águas e outras bebidas se unirão para debater o mercado e encontrar soluções para os obstáculos impostos”. Bairros explica ainda que o Confrebras se expandiu nos últimos anos, visto que era um evento voltado apenas ao setor de refrigerantes e que hoje agrega toda a indústria de bebidas frias. “O Confrebras, por ser o fórum ideal para  avaliações, discussões e reivindicações do setor como um todo, tem se consagrado como o maior e mais importante evento do gênero". 



segunda-feira, 4 de julho de 2011

Carga Tributária atinge baixa renda e pequenas empresas!






 Enquanto o Brasil possui uma das menores cargas fiscais para profissionais de alta renda, segundo estudo da empresa de consultoria internacional UHY, as pessoas com baixa renda e as micro e pequenas empresas que não podem fazer parte do Simples Nacional estão a sofrer com a alta carga tributária imposta a elas. Empresas fecham a portas ou pedem falência judicialmente porque não conseguem cumprir o recolhimento de tributos. E especialistas alertam para necessidade de aprovação de alteração da lei do Simples, já que a previsão do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) é de que a carga tributária termine próximo aos 38% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, superior aos 35% registrados em 2010.

A pesquisa da consultoria internacional UHY aponta que entre os 19 países da amostra, o Brasil tem a 15ª menor carga fiscal, de acordo com a arrecadação de impostos e seguro social sobre o salário de quem possui alta renda (recebem US$ 200 mil anuais). Dentre os países do G-8, somente a Rússia arrecada menos encargos que o País nessa categoria.
Paralelo a isso, o Brasil tem a 9ª maior carga fiscal para assalariados de baixa renda (que ganham US$ 25 mil ao ano), dentre os 19 países da amostra.
Nesse mesmo contexto, o impacto da carga tributária nas micro e pequenas também é maior do que nas grandes companhias. "As empresas que estão no Lucro Presumido - onde entram aquelas micros e pequenas empresas que não podem, por lei, optar pelo Simples - recolhem os impostos somente sobre o faturamento, de modo a não poder retirar do cálculo as despesas, como são autorizadas as companhias - normalmente as grandes -, que tributam somente se tiver lucro (regime Lucro Real). O resultado disso é que aquelas que estão no Lucro Presumido veem seu patrimônio ser tomado pelas contribuições que são obrigados a fazer", explica o advogado do Emerenciano, Baggio e Associados, Felippe Breda. "Com isso, há empresas que não tem condições de investir ou tem que fechar as portas", acrescenta o especialista.
Maria de Fátima Caldas Guimarães, sócia do escritório Guimarães & Caldas Advogados Associados, comenta que tem um cliente que passa por essa situação. "Advogamos para um restaurante que por não conseguir quitar todos os impostos devidos teve que fechar as portas. Tentamos que a Justiça autorize o parcelamento das dívidas com o fisco, que neste caso, pelo menos é possível, pois não está no Simples", comenta ela.
O gerente de políticas públicas do Sebrae, Bruno Quick, ressalta que a empresas têm que avaliar se vale a pena entrar em determine regime de tributação. "O nosso pleito é que todas a micro e pequenas empresas possam escolher qual regime é melhor para sua contabilidade. E neste caso, esperamos que seja votado no Senado nesta semana o projeto de lei (467 de 2008) que prevê inclusão de 13 atividades no Simples", diz. A autora do projeto é Ideli Salvatti, atualmente ministra de Relações Institucionais.
Segundo Maria de Fátima, o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) é o que pode ser destacado como um imposto prejudicial por ter uma alíquota muito alta - a depender da atividade e do regime de tributação (presumido ou real), seguido pela contribuição ao Programa de Integração Social (PIS); pela Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). "Mas é importante ressaltar que todos os tributos e contribuições pesam muito às micro e pequenas empresas", diz.
O gerente do Sebrae destaca ainda que a depender da atividade, há impostos que pesam mais, como é o caso dos tributos sobre a folha de pagamento para as corretoras, por exemplo; e do IPI para pequenos produtores de vinhos e cervejarias no País.
Mudanças
A solução para melhorar as condições de todas as micro e pequenas empresas no País está no projeto de lei complementar (PL) número 591 de 2010 que ainda tramita no Congresso. O projeto prevê elevar de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões ao ano o limite de receita bruta para uma empresa se enquadrar no Simples Nacional, o que ampliaria o número de companhias que podem participar do regime simplificado de tributação. Além disso, está sendo discutida a possibilidade de parcelamento de débitos fiscais, já que pela lei atual, as optantes pelo Simples estão impossibilitadas de recorrer a esse recurso. Sebrae espera que mais de 4 milhões de empresas sejam beneficiadas com a entrada em vigor da alteração da lei do Simples.
Ainda hoje o presidente do Conselho da Pequena Empresa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio), Paulo Feldmann, deve entregar proposta para o presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, deputado Pepe Vargas.
Fonte: DCI - Comércio, Indústria & Serviços

terça-feira, 14 de junho de 2011

Mundo gourmet agora conta com Tubaína Beira Rio!

Desde o último final de semana você já pode consumir a tradicional TUBAINA BEIRA RIO, no famoso Tubaína Bar ,elegantíssimo espaço na rua Hadock Lobo , região da Av Paulista , na capital de São Paulo, ideia pra lá de criativa da peruana radicada no Brasil, Veronica Goyzueta .


Elogiadíssimo em revistas e por todos que o frequentam , o Tubaina se destaca pelos drinks que são feitos a partir dos famosos refrigerantes regionais..
Em breve , temos certeza , que um drink será feito com a Tubaina Beira Rio e claro , daremos a receita aqui..

terça-feira, 31 de maio de 2011

Brasil grita por simplificação nos tributos!

Início do conteúdo

''Precisamos agora de uma simplificação fiscal''

Grupo que reúne entidades de classe propõe agrupar principais tributos, já que não é possível reduzir impostos



Raquel Landim - O Estado de S.Paulo
ENTREVISTA - Paulo Rabello de Castro, coordenador do Movimento Brasil Eficiente

Quase 100 entidades de classe, representando os mais diversos setores, chegaram a uma conclusão que consideram "lamentável". No curto prazo, a carga tributária brasileira não pode cair, porque o governo não consegue economizar o suficiente. A proposta do grupo, chamado de Movimento Brasil Eficiente (MBE), é uma "reforma tributária simplificadora".
Segundo Paulo Rabello de Castro, coordenador do MBE, a ideia é agrupar os principais tributos pagos no País sem mexer na arrecadação da União, Estados e municípios. "O brasileiro vai ter uma visão total - aliás, horrorosa - de quanto paga de imposto no supermercado ou na casa de material de construção. Com isso terá um ganho no seu poder de cidadania", diz.
O economista apoia a estratégia da presidente Dilma Rousseff de apresentar uma reforma tributária fatiada ao Congresso. "Na essência, é a mesma que a nossa", afirma. Também é a favor da desoneração da folha de pagamento como propõe o governo, mas é contra a incidência do imposto sobre o faturamento das empresas e prefere a geração de caixa. A seguir trechos da entrevista ao Estado.
O Brasil precisa de uma ampla reforma tributária?
A carga tributária cresceu nada menos do que 10 pontos de porcentagem do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos 10 anos. É um ponto porcentual do PIB ao ano, o que é uma catástrofe para a formação de capital. A formação de capital depende que os lucros gerados pelas empresas permaneçam em suas mãos para reinvestir. Isso não acontece quando a maior parte é desviado para pagar o aumento da carga tributária. Não há outra razão pela qual o investimento brasileiro em relação ao PIB ficou estatelado em 16%, um nível que não suporta um crescimento de mais de 4% ao ano.
Sempre se fala em reforma tributária, mas nunca se chega a um consenso político. É possível fazer uma reforma deste tipo?
Sim. A proposta do MBE quer ser antes de mais nada objetiva e passível de aprovação rápida. Por isso, parte de uma constatação prática e lamentável: a carga tributária brasileira não pode baixar a curto prazo, devido à incapacidade do governo de fazer um aperto em suas contas. O que precisamos introduzir agora é uma simplificação fiscal.
Como?
O primeiro passo da reforma é estritamente simplificar a estrutura tributária e não mexer na divisão da arrecadação. Queremos reempacotar tributos que hoje incidem sobre o mesmo fato gerador. Por exemplo, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) seria transformado num imposto nacional. Esse imposto seria arrecadado de uma vez e redistribuído automaticamente nas mesmas proporções que cada Estado ou município envolvido na transação tem direito hoje. No início, podemos fazer alguns meses de simulação para garantir que cada um receba sua fatia. Seria uma espécie de URV fiscal, nos mesmos moldes de quando fizemos a estabilização. (No Plano Real, o governo utilizou a Unidade Real de Valor - URV - para estabelecer o preço dos produtos).
O contribuinte pagaria apenas uma tarifa de ICMS?
Grupos de produtos diferentes continuam com alíquotas de ICMS diferenciadas, como ocorre hoje com alimentos e remédios, mas seria a mesma tarifa em todo o País paga de uma vez. Não seria apenas o ICMS. Esse imposto nacional também empacotaria o famigerado IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). O IPI é um imposto anacrônico e o Brasil é o único país do mundo que taxa a industrialização. Também estariam embutidas a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e o PIS (Programa de Integração Social). Portanto, cinco tributos viram uma coisa só.
Como essa arrecadação seria distribuída?
A UVR fiscal vai dizer em que proporção. Um trabalho conjunto do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) e da Receita Federal vão estabelecer as alíquotas totais e dar tranquilidade para o processo. No final, União, Estados e municípios arrecadam o mesmo, mas de forma mais transparente. O consumidor vai ter uma visão total - aliás, horrorosa - de quanto paga de imposto no supermercado, na casa de material de construção. Com isso, terá um ganho no seu poder de cidadania. É um direito nosso e esperamos que seja concedido ainda em 2011. É como a abolição da escravatura. Os políticos tinham que ter vergonha de usurpar a cidadania fiscal dos brasileiros.
PIS e Cofins são impostos da União, mas o senhor pretende que essa reforma seja neutra. O que a União ganha em troca?
O Imposto de Renda (IR). O que arrumaria muito bem as finanças públicas, porque o IR é um imposto federal, controlado pela Receita, que não deveria ser compartilhado. Com um IR federal, será possível consolidar também a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), que não tem razão de existir. É mais uma contribuição inventada, para que a União não tenha que partilhar essa arrecadação. O IR federal acaba com essa palhaçada fiscal. Também é possível somar a contribuição patronal à Previdência nesse grande imposto. A nossa proposta é que todo esse IR graúdo seja destinado a pagar a previdência. É mais de 10% do PIB, mas é isso mesmo que gostaríamos que fosse esclarecido para a população. A Previdência pesa no bolso do contribuinte mais de 10% do PIB. É preciso provocar uma reflexão na família brasileira do esforço que está nas costas daqueles que trabalham.
Pela sua proposta, o que aconteceria com a contribuição do trabalhador para a Previdência?
Esses 8% do salário continuariam sendo arrecadados sobre a própria folha de pagamento. Mas hoje as pessoas não tem a percepção de que é um investimento, mas sim um desconto. No momento em que tiverem uma conta nominativa, que pode ser verificada com um cartão magnético, e que recebam um juro ainda que mínimo, terão a percepção de que são poupadores para sua própria Previdência. Ao final de cada ano, o governo vai tomar emprestado esses recursos e cada trabalhador passará ser o feliz proprietário de 0,0001% da usina de Jirau, do trem-bala e de outros projetos que o governo se meter. Esse dinheiro vai 100% para a infraestrutura e esses recursos vão dar um salto na capacidade de investimento do governo. Do ponto de vista pedagógico é algo extraordinário. Cada brasileiro vai se perceber como poupador e vai querer saber da rentabilidade dos projetos públicos.
E como estariam organizados os demais impostos pagos pelos brasileiros?
Na reforma simplificadora, teríamos ainda um grupo de impostos regulatórios, porque tem uma função diferente, que não é arrecadar, mas regular a atividade econômica. São eles o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o II (Imposto de Importação). E ainda haveria um último grupo de impostos tipicamente locais. Temos o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), o IPVA (Imposto sobre a Circulação de Automóveis), o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), entre outros. É impressionante quanto imposto o brasileiro paga.
Mas deixar todos esses impostos separados não vai contra a essência da reforma simplificadora?
Neste caso, não. Os brasileiros tem bastante clareza do peso desses impostos e é por isso que o IPTU gera tanta reclamação. Muita gente deixa de passar a escritura ao comprar um apartamento para fugir do ITBI.
Com a reforma simplificadora, vai ficar evidente o quanto os brasileiros pagam de imposto e qual é a finalidade. Então vai gerar uma insatisfação nas pessoas?
É isso que nós esperamos. Não fugimos do fato que estamos fazendo uma proposta para aumentar o grau de insatisfação dos cidadãos. É como a liberação dos escravos. Quando compram uma mercadoria, as classes C e D não sabem quanto pagam de imposto. Estamos conformados com essa infâmia toda, porque o sistema é muito malandro. O sistema está armado para o cidadão achar que tira mais do Estado do que paga e é o contrário.
O governo Dilma Rousseff está trabalhando por uma reforma tributária fatiada. É suficiente?
A proposta do governo é compatível com a nossa. Concordo com essa estratégia, porque diminui a negociação em seu aspecto espúrio. Uma reforma simplificadora não pode ser alvo de muita modificação no Congresso. Não é uma tentativa de manietar o Congresso, mas ou a reforma é simplificadora ou não é.
A atual administração propõe a desoneração da folha de pagamento e chegou a sugerir que os impostos incidam sobre o faturamento das empresas. O senhor concorda?
Óbvio que concordo com a desoneração da folha de pagamento. Essa é a contribuição mais onerosa para o contrato de trabalho. A alternativa que sempre aparece é o faturamento. Só que o fato de a empresa estar faturando não é demonstração de capacidade de contribuição fiscal. O imposto deveria incidir sobre a geração de caixa. É só aí que está demonstrado todo o processo produtivo. A neutralidade dessa incidência é fabulosa. Se a empresa ganha muito dinheiro, contribui mais. Se foi afetada por alguma má fase do setor ou por um tropeço empresarial, o governo automaticamente dá uma colaboração e a empresa mantém os empregos. Por exemplo, uma grande empresa mineradora. Todos sempre querem taxar mais essa empresa, elevar o imposto de exportação. Não é necessário. Se ela tiver uma geração de caixa excepcional, dá uma contribuição excepcional para a Previdência. É muito mais inteligente que taxar o faturamento, que vai gerar um crédito para evitar a incidência em cascata. Taxar o faturamento é uma maldade porque a empresa mal começou a vender e o governo guloso já bicou o faturamento bruto.
Uma reforma simplificadora tem benefícios, mas não vai permitir que a arrecadação cresça menos que o PIB e abra espaço para o investimento.
Para isso, será necessário criar um grupo permanente de trabalho no governo federal, com a audiência dos governos estaduais, municipais e da sociedade, para acompanhar a manutenção da carga tributária e sua gradual queda ao longo dos próximos dez anos. A Lei de Responsabilidade Fiscal já prevê a criação de um conselho de gestão fiscal. Isso vai dar uma base técnica para a discussão futura, que é a redistribuição federativa. O que nós queremos agora é simplificar

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Titan amplia patrocínio do Altas Horas!

A Força da Energia!!! 

Renovado o patrocinio do programa Altas Horas , na Tv Tem , afiliada da Tv Globo deixa a marca com exposição para milhões de pessoas e de mãos dadas a um dos personagens mais carismáticos da Tv Brasileira , Serginho Groismam.
  
Iniciando uma série de novidades no produto a Beira Rio , fabricante de Titan Energy Drink , ampliou até o fim do ano a parceria.. As novidades que o público conhecerá ao longo do ano , estarão sendo divulgadas também nos teasers. 

Desde segunda -feira ações publicitárias convidam a galera a levar Titan para seus esquentas de baladas.. As artes estão sendo muito elogiadas na fanpage do produto no Facebook  http://www.facebook.com/titanenergy.drink 


terça-feira, 26 de abril de 2011

Brasil deve adotar medidas para proteger industria nacional!


São Paulo - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, admitiu na quarta-feira que o Brasil poderá adotar salvaguardas comerciais provisórias caso sejam constatados danos comerciais graves a algum setor da economia brasileira, em decorrência de importações desleais. Segundo ele, no entanto, a medida nunca foi utilizada no mundo por ser bastante agressiva e demandar um processo muito rigoroso de comprovação.
"Tomando um exemplo hipotético, se constatarmos que o setor siderúrgico está prestes a fechar as portas, poderíamos utilizar a salvaguarda, mas não é o caso e não há nenhum processo em aberto", afirmou.
O ministro confirmou que até existem pedidos por parte da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas somente se forem bem fundamentados darão início a investigações. "Nenhum país do mundo até hoje conseguiu usar esse instrumento, mas continuamos atentos à questão e poderemos utilizá-lo se for preciso", disse.
Segundo Pimentel, o Brasil continua aplicando medidas antidumping para tentar coibir casos pontuais de práticas ilegais de comércio. "É uma proteção da economia brasileira contra concorrência desleal. Temos de estar o tempo todo vigilantes e utilizar medidas que a Organização Mundial do Comércio nos autoriza", completou.
Pimentel admitiu que o real deverá continuar valorizado nos próximos anos, mas afirmou que o patamar atual está acima do ideal, pois prejudica a produção nacional e tira competitividade das mercadorias brasileiras. "Países fortes têm moedas fortes, não vamos esperar que o real caia de uma hora para outra. Agora, o real não deve estar em um patamar tão alto que prejudique a produção nacional", disse Pimentel.
Segundo ele, o governo continuará a combater a valorização excessiva da moeda. "Não posso dizer quais, porque não é a minha área, mas novas medidas serão adotadas pelo governo", completou.
Pimentel culpou as ações do governo norte-americano no sentido de desvalorizar o dólar para dar maior competitividade à sua economia, que ainda não conseguiu se desvencilhar por completo dos efeitos da crise financeira internacional. 
O ministro afirmou que o Ex-Im Brasil deve sair do papel em maio ou junho deste ano. De acordo com ele, o banco de fomento ao comércio exterior já está praticamente pronto, mas ainda depende de uma decisão interna do governo para ser colocado em prática. "O Ex-Im será uma importante linha para financiar as exportações."
Fonte: DCI - Comércio, Indústria & Serviço

sexta-feira, 18 de março de 2011

Aumento de Impostos!! Até quando??

Folha , 18/03


Cerveja, refrigerante , energético e água mineral vão subir porque o governo decidiu reajustar a tabela usada para calcular imposto

Produtos já vinham tendo reajuste superior à inflação; brasileiro consome mais cerveja que macarrão, diz IBGE 

MÁRIO SÉRGIO LIMA
DE BRASÍLIA 

Produtos com forte alta de consumo nos últimos anos, a cerveja, o refrigerante e a água mineral engarrafada vão pesar ainda mais no bolso do consumidor.
Nos próximos dois meses, os preços das bebidas devem sofrer um aumento de mais de 10%. Segundo Milton Seligman, vice-presidente da AmBev e de entidades representativas do setor, os preços ficarão mais altos em decorrência do repasse ao consumidor do aumento de impostos sobre o setor.
O governo decidiu reajustar a tabela de preços do setor (que se refere tanto aos produtos quanto às embalagens), utilizada como referência para a cobrança dos impostos sobre as bebidas.
"O setor de cervejas brasileiro é um dos que mais pagam impostos no mundo", disse Seligman após reunião no Ministério da Fazenda.
Na prática, quanto mais altos forem os preços nessa tabela, maior é o pagamento dos impostos no setor.
Essa tabela de preços vinha sendo mantida desde janeiro de 2009. O governo não havia realizado nenhum reajuste como medida para estimular o setor após a crise econômica. "Agora o diagnóstico é que, passada a crise, volta a vida normal, com os reajustes", diz Seligman.
O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), inflação oficial, acumula alta de 12,3% de janeiro de 2009 a fevereiro deste ano.
Em compensação, a cerveja teve aumento mais considerável no período, de 17,31%, enquanto os refrigerantes e água mineral subiram 16,6%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
No ano passado, o IBGE divulgou a POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), que mostrou que o brasileiro consumiu entre 2008 e 2009, em média, mais refrigerante do que pão francês e mais cerveja do que macarrão.
O setor apresentou para o governo uma proposta para evitar esse aumento dos impostos, que não foi aceita. Entre os termos oferecidos estava um investimento total de R$ 7,7 bilhões no ano, além da abertura de 60 mil novos empregos

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Titan Energy Drink dá largada pro Carnaval 2011!





ações de Marketing e Mídia dão largada para a Folia 2011!



                             




Com 6 meses de vida e em seu primeiro carnaval , hoje o Titan Energy Drink lançou sua ação de marketing para a festa.. Outdors espalhados pelas cidades, bonés , camisetas , apoio a blocos carnavalescos , anuncios e revistas e a continuidade do patrocinio doconsagrado Altas Horas
                                                                    outdoor em Boituva

                                                                    Bloco do Gegê!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A melhor folia é a da Receita Federal!

24/02/2011

O Brasil realmente é o País dos impostos. Nem para se divertir os consumidores conseguem uma trégua. Para se preparar e curtir o Carnaval, a festa mais popular do ano, cerca de 50% do que os foliões gastam vão diretamente aos cofres públicos estaduais e federais.
É o caso da cerveja, que tem seu consumo intensificado durante o feriado, mas que por ser considerado item supérfluo, possui tributação alta: 54,8% de seu preço são impostos. Em outras palavras, em uma latinha de R$ 1,50, mais da metade, R$ 0,82 é tributo. Em um pacote com 12 latas, em que se paga R$ 18, a carga é de R$ 9,86.
Os refrigerantes têm peso parecido. Se for pago R$ 1,30 em uma latinha, 45,8%, ou R$ 0,60, vão para os impostos. Isso é o que aponta o levantamento realizado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).
A maior surpresa, entretanto, fica por conta da água mineral. Uma garrafinha de R$ 1 tem R$ 0,43 só de impostos. Isso porque água é necessidade básica, e não deveria ter uma carga tão alta assim. "A água é tributada por conta do engarrafamento. É o seu processo de industrialização que encarece o produto e é onde aparecem os impostos. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto sobre a Comercialização de Mercadorias e Serviços) dela são muito altos", justifica o presidente do IBPT, João Eloi Olenike.
O tributo que mais pesa no preço desses itens, segundo Olenike, é o ICMS. Do total da carga, cerca de 23% correspondem ao pagamento do tributo estadual.
O item que tem mais saída no Carnaval e que possui a menor incidência de impostos é a camisinha: 18,75%. "Como os preservativos são vistos como questão de saúde, sua carga tributária é menor."

ADORNOS
Dentre os diversos adornos comercializados no período, o destaque fica por conta do colar havaiano; 46% do seu preço de venda vão para os impostos.
Questionado sobre a alta carga incidente sobre esse produto que utiliza apenas flores e canudos de plástico e linha em sua composição, Olenike explica que o IPI tem a mesma alíquota para diferentes itens de plástico. Ou seja, um plástico rígido que componha um automóvel ou um plástico fino que seja utilizado para encapar caderno têm a mesma carga.
"O brasileiro não pode se divertir. É a essa conclusão que chegamos. Se os impostos fossem menores, o acesso aos produtos não seria restrito. As pessoas poderiam comprar mais e as crianças, se divertiriam mais."
Fantasias e colares havaianos são os mais vendidos no período
As fantasias muitas vezes encantam só de olhar. Mas, em seguida, já desapontam por conta de seu alto custo. Quanto mais detalhes possui, mais cara ela é.
Deolisse Fortes Mori, proprietária de uma loja de fantasias do Centro de Santo André, lamenta a quantidade de impostos que encarecem ainda mais o item. "Esse é uma problema não somente das fantasias. Mas de todos os produtos. Os impostos são muito altos, então menos pessoas podem ter acesso a eles."
Por conta disso, o que tem maior saída neste período são as fantasias populares - bailarina, fada, Pedrita -, que são vendidas entre R$ 35 e R$ 60. Desse total, de R$ 12,70 a R$ 21,84 vão aos cofres públicos estaduais e federais (36,41%).
Do colar havaiano, cuja dúzia custa R$ 4,50, quase a metade, 45,96% corresponde à carga tributária: R$ 2,06.
Também têm bastante saída máscaras, que vão de R$ 1,50 a R$ 30, confetes (R$ 1) e serpentinas (R$ 4 com 20 rolos). São pagos em impostos, respectivamente, de R$ 0,65 a R$ 13,1, R$ 0,43 e R$ 1,75. "É muito dinheiro."
Fonte: Diário do Grande ABC

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Energéticos : Mercado Aquecido!

@poderdaenergia


A febre das bebidas energéticas atinge os consumidores brasileiros
fonte: O Pioneiro - 22/02/11

Estima-se que há mais de 130 marcas à disposição no mercado e nos últimos cinco anos explodiu no país

Porto Alegre – Com a promessa de oferecer uma dose extra de disposição a baladeiros, estudantes e esportistas, os energéticos, que já são uma febre no Canadá e nos Estados Unidos, estão conquistando o consumidor brasileiro. Nos últimos cinco anos, o consumo do produto explodiu no país, a taxas que chegam a ser em média 10 vezes maiores do que qualquer outra modalidade de bebida.

Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir), entre 2006 e 2010, o crescimento foi de 325%, enquanto a venda de sucos, a segunda no ranking das que mais ganharam mercado, teve acréscimo de 53%. O aumento do poder de compra da população e a disposição da nova classe média brasileira de incluir a bebida – uma novidade – em sua cesta de compras são os dois motivos que ajudam a explicar o crescimento. O outro, evidentemente, é o fato de a categoria ainda ter uma participação pequena no consumo geral de bebidas no país: são 87 milhões de litros por ano de um total de 72 bilhões.

Tanto espaço para crescer fez surgir no mercado uma centena de marcas. Consultores que acompanham esse setor estimam que já existem mais de 130 delas à disposição em supermercados, casas noturnas, bares e academias de ginástica. As principais continuam sendo Red Bull, Burn e Gladiator (da Coca-Cola), Flying Horse e Flash Power. Embora o consumo desses energéticos continue em expansão, as líderes multinacionais vêm perdendo mercado para as versões brasileiras da bebida.

A pioneira Red Bull, criada na Alemanha em 1987, está no Brasil desde 1999. Até cinco anos atrás detinha mais de 60% do mercado. Hoje, embora ainda seja líder absoluta, teve sua participação reduzida para 40%.

Na tentativa de aumentar a distância dos concorrentes e se sentir menos ameaçada, a Red Bull começou a estudar no início do ano o lançamento de uma nova embalagem, para atrair a classe C: os energéticos hoje oferecidos em latas de 250 ml, 355 ml e 473 mil, chegariam às prateleiras também em garrafas pet.


– A embalagem plástica permite a prática de um preço mais baixo – explica Fabiana Furquim, analista de mercado da Nielsen.

Segundo a consultoria, as garrafas pets já representam quase 8% das apresentações dos energéticos. Entre os novos concorrentes da Red Bull está o Mood, lançado em setembro do ano passado pelo grupo Ultra, controlador da rede Ipiranga de postos de combustíveis. O produto é vendido apenas nas lojas de conveniência am/pm, com 1 mil unidades no país.

– Vimos que era uma categoria importante a ser incluída na estratégia de marca própria das lojas – afirma Jeronimo dos Santos, diretor de varejo e desenvolvimento de marketing da Ipiranga.

O Mood chegou às geladeiras da rede am/pm tendo que dividir espaço com outras cinco marcas de energético. Em seis meses, o produto atingiu 30% de participação nas vendas da categoria, dentro da rede de conveniência


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

#Folia - Bloco do Gegê desfila vestido de Titan!

O folião de Boituva e Porto Feliz terá alegria completa..
O Bloco do Gegê , animado pela Banda Angélica, transformada nesse ano em Gegélica desfilará sua alegria e emoção , com apoio do melhor ENERGY DRINK do mercado..


O interessado deve procurar na Adega do Gegê , para adiquirir seu passaporte da alegria , junto do Poder da Energia!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

#folia - Titan Energy Drink apóia Bloco Mal Acabados!




Para quem curte o ótimo carnaval de Cerquilho , deve curtir ainda mais no Bloco Mal Acabados , tradicional na cidade..
Camisetas e Bonés do TitanEnergy Drink serão distribuidos entre os foliões ...
aguardem...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

#Saúde : Energéticos : energia comprovada!

de afrebras.org.br


O consumo de energéticos, muito popular entre jovens, tem causado preocupação crescente entre cientistas. A combinação de ingredientes desses produtos foi analisada por pesquisadores das universidades do Texas e de Queensland (Austrália). Agora, o grupo questiona não só a eficácia, mas também a segurança de ingerir essas bebidas.

Em um artigo publicado na revista “The Mayo Clinic Proceedings”, os cientistas alertam para o alto nível de cafeína contido nos energéticos. De acordo com o texto, o consumo demasiado dessas bebidas poderia provocar danos sobre a pressão arterial, frequência cardíaca e função cerebral de consumidores mais vulneráveis àquela substância.
A equipe, liderada por John Higgins, destaca registros de convulsões associadas ao uso de energéticos. O trabalho cita, também, o caso de um jovem saudável de 28 anos que sofreu uma parada cardíaca após um dia de corrida de motocross. Em outro trecho, é lembrada a história de um adolescente de 18 anos, que morreu jogando basquete após beber duas latas de um energético. Ele também não apresentava problemas de saúde.
“Adolescentes e jovens adultos, atletas ou sedentários, estão consumindo energéticos em uma taxa alarmante”, escreveu Higgins. “Precisamos determinar se o uso desses produtos, a longo prazo, vai provocar efeitos deletérios”.
Coautor do estudo, o fisiologista do exercício Troy Tuttle contou ver muitos participantes de equipes esportivas recorrerem a energéticos em vez de isotônicos. O que, para ele, é um erro: “Os isotônicos são basicamente água com açúcar e eletrólitos. Os energéticos contêm uma grande quantidade de ingredientes, muitos ainda não pesquisados, especialmente quando combinados”.
João Carlos Bouzas, professor do Laboratório de Performance Humana da Universidade Federal de Viçosa, assegura que a troca de um produto pelo outro não surte efeito. "Se houvesse qualquer comprovação de que o energético tem alguma propriedade para melhorar o desempenho atlético, ele estaria na lista de dopagem do Comitê Olímpico Internacional", explica.
Para o fisiologista Turíbio Leite de Barros, coordenador do Centro de Estudos em Medicina da Atividade Física e do Esporte, o energético tem sido usado como “bode expiatório”. "A única substância que exige cautela num energético é a cafeína", avalia.E cada lata tem 80 miligramas dela, uma dosagem oito vezes menor do que a permitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para venda de um produto. O energético é um bode expiatório porque muitos atribuem a ele a culpa que pertence a outras substâncias consumidas pelo mesmo público, como o álcool